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A análise de desempenho e capacidade é fundamental para manter ambientes Mainframe eficientes, estáveis e preparados para as demandas do negócio. Para apoiar esse trabalho, a 21CS apresenta a nova interface de relatórios do OPTIMAn, sua solução de análise de desempenho, capacidade e custos para IBM Z.

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O híbrido já é o modelo dominante entre as organizações e, ao mesmo tempo, muitas delas aumentaram o uso do mainframe. As empresas estão obtendo retorno financeiro nas três estratégias analisadas: modernizar no mainframe, integrar o mainframe a outras plataformas e migrar workloads selecionados.

Para muitas empresas, mainframe + cloud pode deixar de ser uma arquitetura provisória e se tornar o desenho mais racional para o negócio.


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O DevOps avançou no mainframe nos últimos anos. Pipelines ficaram mais automatizadas, ferramentas modernas passaram a integrar o ciclo de desenvolvimento em z/OS e práticas antes associadas ao universo distribuído começaram a fazer parte da rotina de aplicações críticas.

Ainda assim, existe um ponto em que essa velocidade frequentemente encontra resistência: a preparação da infraestrutura necessária para testar uma mudança.


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O papel do mainframe costumava ser relativamente fácil de explicar: processar e registrar transações críticas com segurança, disponibilidade e escala. Bancos, seguradoras, varejistas, governos e grandes empresas construíram sobre ele aquilo que a indústria passou a chamar de system of record. 

Esse papel não desapareceu. O que mudou foi o que o restante da empresa espera desses dados.


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O State of Mainframe Modernization 2025, da Kyndryl, ouviu 500 líderes de negócios e tecnologia e encontrou um cenário menos linear: 80% das organizações mudaram sua estratégia de modernização nos últimos 12 meses. 

Ao mesmo tempo,56% aumentaram o uso do mainframe, enquanto a parcela média de aplicações planejadas para sair da plataforma caiu de 36%, em 2024, para 28% em 2025. 


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No mainframe, degradação de performance não começa com uma falha evidente e costuma aparecer aos poucos: mais páginas lidas, mais fragmentação, índices menos eficientes, operações de manutenção cada vez mais demoradas.

Quando o impacto finalmente chega à aplicação, o problema já deixou de ser apenas técnico.


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A discussão sobre inteligência artificial no mainframe costuma começar no lugar errado. Fala-se em geração de código, tradução automática e copilotos. Tudo isso importa, mas não resolve o problema central: ninguém consegue entender completamente o que já está rodando.

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Entre os dias 24 e 26 de agosto, a equipe da Eccox esteve presente no FEBRABAN TECH 2026, acompanhando de perto as discussões, tendências e experiências que marcaram mais uma edição do maior evento de tecnologia e inovação do setor financeiro.

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O mercado trata a escassez de profissionais de mainframe como um problema inevitável. Uma consequência natural de uma tecnologia “antiga”, difícil de aprender e distante das novas gerações. Essa leitura é confortável e, na maioria dos casos, está errada.

O problema não é a falta de interesse. É a experiência.


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A modernização de mainframe raramente falha por falta de tecnologia, mas por excesso de suposição. Em ambientes de missão crítica, não basta validar se algo funciona, é preciso garantir que vai continuar funcionando sob carga real, com dados reais e dependências reais.

É nesse ponto que a diferença entre testes emulados e testes reais deixa de ser técnica e passa a ser uma decisão direta sobre risco operacional.


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